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sábado, 15 de setembro de 2012

Só pensei

Faz quase oito meses que não posto. Nunca fiquei tanto tempo sem escrever nada aqui. Não foi descaso, abandono, jamais, porque adoro escrever "por mim mesmo", ou "o que vier na cabeça", como sempre classifiquei o "tema do blog". Foi, acima de tudo, falta de um tema que me chamasse muito a atenção a ponto de escrever um texto, e também um pouco de falta de tempo, embora eu tivesse tido chances de sobra de fazer isso.

Pensei em fazer uma comparação entre "Revenge", uma nova série que estou acompanhando, com a novela "Avenida Brasil", que também não perco um capítulo. Mas não fui além porque poucas pessoas conhecem a série, e as que eu sei que assistem não veem a novela. O fato é que existe uma semelhança enorme e que dá margem a suspeitas de plágio. Só que também não sei dizer de qual lado, já que não sei a antecedência da entrega dos projetos da ABC e da Globo. E, antes disso, poderíamos dizer que as duas produções são inspiradas em "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas. Enfim, resumidamente, é isso. Se alguém estiver interessado em uma comparação mais profunda e uma análise pessoal, me avise, mas já adianto que não espero ninguém. =)

Na época do último post, ninguém sabia quem era a Nina. Nem a Rita. (Foto: TV Globo/Divulgação)
Bom, pensei em falar como o mundo está chato. Como tudo é motivo de discussões acaloradas, como não podemos fazer piada com nada.

Considerei também falar como o futebol está chato. Porque agora tudo é motivo de punição a jogador, às torcidas, a treinadores. Jogadores medianos estão sendo vendidos por fortunas inimagináveis. E, pra completar, meu time está uma porcaria. 

Na época do último post, o Flamengo ainda tentava entrar na Libertadores em que pipocou historicamente. Com Ronaldinho. (Foto: Alexandre Cassiano/Agência O Globo)
Também pensei em relatar como tem gente estúpida no metrô. Mas isso daria um livro, não um post. Sabe, porque ficar parado do lado esquerdo da escada rolante parece não ser errado. Ou mesmo rastejar do lado esquerdo nas profundezas do metrô quando tem alguém com mais pressa que você. Ou andar pela sua esquerda enquanto vem gente pela direita na direção oposta. Ou entrar no vagão antes de as pessoas saírem. Ou rir com os coleguinhas em volume mais alto que o necessário, ou comemorar quando chega um trem vazio. Sair pela porta de entrada, entrar pela porta de saída. Só pra dar alguns exemplos.

Pensei em falar de repercussão atrasada de dois posts do blog, ambos por motivos que, sinceramente, não compreendi. Um foi o "Apito final", em que eu disse que agradecia diversas pessoas do lugar onde joguei futebol por muitos anos, "até mesmo ao dono", que leu o texto recentemente e julgou que me expressei mal. Se assim foi, peço desculpas (desta vez publicamente, já que pedi diretamente). O outro foi o "Preferencial ou exclusivo?", quando, no último 7 de setembro, duas pessoas que faltaram às aulas de interpretação de texto me entenderam de forma errada e me agrediram sem motivo nenhum. Bom, a resposta foi dada em ambos os casos, concluí que não tenho mais nada pra falar sobre isso.

Na época do último post, eu devia ter passado menos de cinco vezes pela Estação Pinheiros. Hoje... (Foto: Daia Oliver/R7)
Hoje pensei em como estou nostálgico. Não sou muito de fazer posts sensiveizinhos, apesar de já ter feito um ou dois, mas pensei em fazer mais um. Enfim, o fato é que saio do meu emprego temporário no Terra no fim dessa semana. Eu sei que nem citei ele aqui, mas depois de três meses no estágio antigo, fui contratado pelo portal. E hoje, confirmando a expectativa de que vou sair em breve, me peguei lembrando dos últimos seis meses. Foi puxado, perdi feriados, vi muito menos a minha família, joguei muito menos futebol do que gostaria. Mas ganhei uma experiência sensacional, ganhei uma Olimpíada no currículo (dessa vez como jornalista, não como atleta), ganhei colegas de trabalho incríveis e que me deram todo o suporte necessário pra aprender e a tranquilidade pra trabalhar, apesar da minha timidez e poucas palavras. Agora estou aqui como um velho babão, lembrando de tudo o que aconteceu por lá. Eu sei que posso voltar - e espero voltar -, mas vou sentir muita falta de tudo isso. Até de pegar o metrô e a querida linha 9.

Por fim, dando continuidade à nostalgia, resolvi entrar no Orkut. Porque esse é o paraíso da nostalgia moderna. Dessa vez não entrei nas profundezas da minha página de scraps, mas entrei na comunidade da minha sala da faculdade. A vontade veio porque ontem jogamos pelo campeonato interno de Jornalismo que os próprios alunos organizam. Ganhamos, e estávamos conversando, quando começamos a lembrar dos jogos e competições de outros anos. E pensei não só no início do time, mas também da faculdade. E de como, apesar dos pesares, vou sentir falta de tudo o que vivi lá, já que me formo em pouco tempo. Pensei em escrever mais sobre isso, mas talvez não seja assunto pra agora, ainda. A nostalgia veio antes.

Por enquanto, só pensei.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Dia 31 – E 2012?

Todo fim de ano o pessoal tem o costume de dizer que o ano seguinte "promete", com toda a animação possível. Todo fim de ano a gente vê aquelas promessas que não serão cumpridas.


Prefiro apenas esperar que o próximo ano seja melhor, e que as coisas simples da vida se mantenham nos eixos. Se alguma coisa se complicar, talvez não seja nossa culpa, mas criar altas expectativas é um tiro no pé. E se esperarmos que tudo seja lindo e maravilhoso, e nada do que imaginamos acontecer? Não é melhor apenas não esperar nada e deixar que a vida te mostre o que acontece e o que tem de ser feito?

Quando fiz esse mesmo post em 2010, escrevi o seguinte: "Quero as pessoas que eu amo junto comigo. Quero me orgulhar das pessoas à minha volta. Quero manter o blog. Quero escrever o que eu tiver vontade. Quero que a faculdade me dê menos trabalhos e menos dor de cabeça (aham). Quero jogar futebol. Quero meu time campeão." Tudo isso era muito simples, e aconteceu, com exeção daquilo que eu já esperava que não acontecesse: minha faculdade continua dando dor de cabeça e trabalhos infinitos. No que não dependia em nada de mim, eu tive sorte (ou não, né, já que cansei de ver o Flamengo ganhar Campeonato Carioca. Que tal a Libertadores e o Mundial agora?).

Para 2012, espero algo parecido, acrescentando "Quero fazer um TCC decente e receber meu diploma inválido". Assim, quando o fim dele chegar - os maias pedem pra lembrar que não vai chegar -, eu poderei considerar bom um ano comum ou até mesmo ruim. Como 2011, que não foi nada de mais. Só que, sem grandes expectativas, acabei achando bom.

Por fim, obrigado ao Max pela realização do Meme das Antigas, e pelos outros participantes ou leitores do meme que passaram por aqui. Peço desculpas se não retribuí as visitas à altura, mas agradeço muito, de verdade.

É isso. Cntinuo aqui, depois de quase um ano e meio, escrevendo o que vier na minha cabeça. Espero que quem começou a ler o blog agora - se é que alguém começou - tenha gostado e continue visitando. E obrigado também a quem sempre passa por aqui. Pra todos vocês, desejo um ótimo ano, e as melhores realizações possíveis. Até 2012!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Dia 25 – O bom de 2011 foi...

...ter sido melhor que 2010, o que, convenhamos, não foi uma grande vantagem. 

...descobrir o quanto eu posso contar com algumas pessoas e, melhor ainda, ver o quanto elas sabem que podem contar comigo.

Olha quem resolveu aparecer
 ...entrar no meu primeiro estágio.

... manter o blog vivo, apesar de a frequência de postagens ter diminuído. Continuo aqui, escrevendo quando acho melhor, da maneira que eu gosto e dando minha opinião quando acho pertinente.

2011 deixou muitas coisas boas. Foi mais um ano de crescimento, de amizades de valor, e de uma família que, mesmo que tão longe, se manteve tão próxima. O bom de 2011 foi, simplesmente, ter sido bom.

Os participantes do "Meme das Antigas" estão no blog do criador, Max Reinert, o Pequeno Inventário de Impropriedades.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eh bien, um ano...

Parece que foi ontem que eu tive a ideia de fazer um blog. Não tinha ideias pra títulos, apenas uma ideia de post: eu queria falar sobre Harry Potter, queria contar a minha história com a série. Como expliquei depois, motivado por um post no blog da Isa que comparava a saga com Crepúsculo. Achei até que Harry Potter seria um tema recorrente por aqui, mas acabei falando menos do que pensei que falaria. Mas não se preocupem, o calendário vai exigir de mim outro post sobre isso muito em breve.

Então, naquele dia de final de Copa do Mundo, sentei e fiz o texto. Mas antes eu precisava de um título. Algo vago, que não restringisse meus posts. Queria me permitir falar sobre qualquer coisa. Depois de muito pensar, escolhi "Eh bien" porque é uma expressão recorrente de um personagem criado por Agatha Christie, da qual vocês também puderam descobrir que sou fã. Só precisaria explicar o que exatamente eu queria dizer com aquilo, para que não houvesse dúvidas. Até hoje, muita gente me pergunta o motivo desse título. Eu sempre peço pra procurar o primeiro post. Logo depois dessa explicação, postei meu texto sobre Harry Potter. Até hoje, está entre os que mais gosto por aqui.

Um ano depois, aqui sentado no sofá, assistindo a um documentário sobre a final da Copa do Mundo, pensei no que eu poderia fazer pra "comemorar" esse primeiro aniversário do blog. Decidi fazer o seguinte: destacar, entre os 65 posts, os quatro mais comentados e os quatro que mais gosto - desde que não estejam entre os quatro mais comentados, e contar um pouco de cada um deles.

Os mais comentados

4) Dizem que somos piratas. Somos?
 
Foi um assunto que eu sempre quis abordar, tamanha a injustiça que existe com relação a isso. Todo mundo baixa tudo na internet, e a lei insiste em ser acéfala quando não se obtém lucro. Até mesmo com produtos que não existem mais no mercado. E o que existe, vocês sabem, custa muito caro, e abaixar o preço ninguém quer.

3) Harry Potter e a diretora da minha escola

O primeiro texto de verdade, o que motivou o blog. Foi importantíssimo pra aprender a escrever de um jeito diferente, a escrever diretamente pra outras pessoas, além de escrever pra mim mesmo. E escrever sobre uma das coisas que mais gosto seria essencial pra começar.
 
 
2) And from your lips she drew the Hallelujah

Inspirado pelo bróder Victor, comecei a procurar outras versões dessa música, que já gostava bastante. Depois de conhecer várias, resolvi fazer um ranking das versões que mais gostei. O resultado foi bem legal, e as pessoas parecem ter gostado. Ainda bem.

1) A infância nos anos 90
 
Valeu a pena passar uma tarde e uma parte da noite fazendo esse post. A divulgação no Ocioso foi essencial pra ser o mais comentado e pra render visitas ao blog até hoje. Mas é daqueles posts que te dão orgulho depois de prontos.


Os favoritos
 
4) "And the Oscar goes to..."

Uma ideia comum, que muita gente deve ter feito, e que surgiu de repente, quando vi que tinha assistido a todos os filmes entre os indicados ao Oscar. Gostei bastante do resultado.


3) Respeito aos brothers

Uma coisa que nunca gostei foi de gente que gosta de controlar o que você assiste na TV. Os argumentos de quem odeia Big Brother e quer julgar quem assiste são sempre os mesmos, e sempre me irritaram. Quem não gosta tem todo o direito de não gostar, mas não tem moral alguma pra decidir o que os outros devem assistir ou não.

2) Apito final

Foi um dos textos mais automáticos que já fiz, e esses são sempre os melhores. O texto me levou mais do que eu o levei.

1) A emoção do futebol

"Motivado" pela tristeza que abalou os palmeirenses após a eliminação inesperada do Palmeiras diante do Goiás na Copa Sul-Americana, resolvi escrever pra contar a emoção que uma partida de futebol provoca naqueles que amam o esporte, baseando-me na experiência própria da eliminação do Flamengo na Libertadores de 2008.



Por fim, obrigado a todos vocês que visitaram o blog, comentando ou não, que tenham vindo porque viram um post que acharam interessante ou porque são meus amigos ou gostam do que escrevo. Espero que continuem vindo aqui por mais um ano, ou seja lá quanto tempo for.

domingo, 26 de junho de 2011

Passatempo

Há pouco tempo atrás fiz aniversário. Eu me pergunto: o que eu senti? Me senti mais velho. Sabe, aquela pergunta de todo ano, que os outros fazem: "e ae, comé que ce tá se sentindo mais velho?"? Foi isso, dessa vez de mim pra mim mesmo. "Mais velho".


Mas nesse aniversário eu me senti particularmente "mais velho". Cada vez mais eu percebo o quanto é difícil ter de dizer adeus pra certas coisas. E percebo que eu sou mais nostálgico do que eu pensava. Me imagino chegando aos 105 anos no sofá de casa, sentindo saudades da infância, da adolescência, ou mesmo dos meus 99 anos.

Muitos dos meus posts mostram esse meu lado nostálgico. E vão continuar mostrando. Seja pra falar da infância, seja pra falar de poucos meses ou anos atrás. Nessa fase, de um ou dois meses pra cá, em que eu confesso que não sabia o que postar (e continuo sem saber), reli alguns posts, parei para ver meu jeito de escrever e de ser. Concluí que eu sou ao mesmo tempo um velhinho e uma criança unidos no corpo de um jovem de dezenove anos. Não apenas pelos posts, mas pelo que eles me fizeram pensar.

Como uma criança curiosa, eu me pergunto: isso é bom? Como um velho chato, eu vejo duas respostas pra isso: sim e não.

Sim, porque, como um velho - chato ou não - eu me sinto maduro em certas ocasiões que outras pessoas até mais velhas não costumam ser, e, ao mesmo tempo, sou uma criança que não quer crescer, mesmo crescida.

Não, porque, como um velho ou uma criança, eu talvez não seja o que deveria ser: alguém com dezenove anos.

É aquela velha história clichê de ter que aprender a viver o presente. Muitas vezes penso demais no passado, imagino demais o futuro, e o meu presente é vivido à base de lembranças ou planos. Acabo me preocupando com o que aconteceu ou com o que pode ou vai acontecer sem valorizar o momento.
Mas posso dizer que não vou mudar tão cedo, e nem pretendo. Não quero deixar morrer esse velho nostálgico nem essa criança inocente que fazem parte de mim. Porque são isso mesmo: parte de mim. E, sendo parte de mim, que continuem a me acompanhar. E que, assim, a vida continue.

**sobe som de "Deixa a vida me levar" - Zeca Pagodinho** (ou não, né)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dia 31 - E 2011?

De 2011 eu espero, primeiramente, que seja melhor que 2010.

Não vou fazer promessas, pra não criar falsas expectativas.

Quero as pessoas que eu amo junto comigo. Quero me orgulhar das pessoas à minha volta. Quero manter o blog. Quero escrever o que eu tiver vontade. Quero que a faculdade me dê menos trabalhos e menos dor de cabeça (aham). Quero jogar futebol. Quero meu time campeão.

Se eu tiver tudo o que eu citei, além de saúde, água, luz, internet e TV a cabo, acho que não preciso de muito mais pra ter um bom 2011. A diversão, os episódios, os momentos, o que eu vou tentar, conseguir, descobrir... tudo isso vem naturalmente.

Obrigado a todo mundo que passou por aqui - comentando ou não - nesses quase seis meses de existência do blog, e nessa saga do mês de dezembro. Feliz 2011 pra todos nós!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Dia 29 – O bom de 2010 foi...

Se, de uma forma geral, 2010 foi ruim, ele também teve muita coisa boa.
Troféu "Que bom" 2010
Descobri que posso contar com a amizade de várias pessoas (inclusive minha cunhada, Naiara, cujo nome estou colocando aqui por livre e espontânea vontade) e continuei contando com outras.

Criei o blog, e por causa dele comecei a falar com pessoas que já conhecia, mas com quem nunca tinha realmente parado pra conversar.

Preenchi melhor o meu tempo livre com séries. Terminei "Friends" e "Anos Incríveis", estou terminando "Without a Trace, e descobri "How I met your mother" - que ainda está no ar.

Fui ao show da minha banda preferida.

Conheci outro país.

E ainda faltam dois dias para o ano acabar. Pode ser que 2010, além de tudo o que eu disse, ainda tenha algo de bom.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dia 22 – E o troféu vergonha alheia de 2010 vai para...

Fãs babacas e histéricos, trolls e gente burra.
Livro dos recordes: maior concentração de babacas por metro quadrado
Explico: você ser fã de uma banda tosca (deixa eu pensar num exemplo... Restart) tudo bem, isso é problema seu. Mas exagerar, se vestir igual por idolatrar os caras, chorar, berrar? Não tem explicação.

Custa muito ser apenas um fã? Tem que mostrar pra todo mundo, de todas as formas possíveis, que gosta daquilo? Daqui a dois ou três anos, ou menos, o fã babaca sentirá vergonha de si mesmo, com toda a certeza.

Já os trolls, esses grandes babacas que se espalham pela internet a cada dia, principalmente pelo Twitter, não me irritam, apenas sinto pena deles. Se a pessoa tem tempo suficiente para se dedicar a encher o saco de alguém, seja esse alguém famoso ou não, a vida dela não deve ser grande coisa. Não me irrito tanto com eles, mas é sempre bom evitar. Por isso os comentários do blog são identificados, porque trolls geralmente são anônimos. E se os comentários anônimos fossem liberados, com certeza já teriam aparecido alguns colegas "agradáveis" por aqui.

E gente burra que me dá vergonha alheia não é qualquer analfabeto... é gente que tem condição de não ser tão burra, escreve coisas absurdas, inventa erros gramaticais a cada dia, acredita em qualquer coisa que lê na internet, e coisas do tipo.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Dia 19 – Em 2010 eu quase...

A aula que o meu querido professor merece
 ...fiquei de DP. Como já contei, esse ano fiquei pela primeira vez de exame. Como eu já esperava, a correção foi rígida de novo: precisava tirar 5.5, pensei que tinha tirado mais de 9, e tirei 6.5.

...xinguei o professor (o mesmo da matéria que eu fiquei de exame), porque ele me deu zero num trabalho. Pelo menos a minha vontade e o meu cérebro arquitetaram toda a situação, mas no fim convenci ele a reavaliar o meu trabalho, apenas conversando. Ainda bem, porque a minha nota subiu alguns pontos que foram necessários.

...não postei hoje.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Dia 17 – Em 2010 eu consegui...

...criar o meu blog. Sempre gostei de escrever (talvez esse seja um dos motivos para eu ter escolhido Jornalismo), mas escrever para a faculdade, por obrigação, é chato. Aliás, é para isso que serve o blog, pelo menos o meu: para escrever, quando der vontade e para seguir à risca os memes que se espalham por aí.

...ganhar uma promoção, no Twitter. Como contei há alguns dias, eu consegui completar o álbum da Copa do Mundo. Antes disso, eu e outras centenas de pessoas tentávamos responder rapidamente às perguntas que o twitter @TorcidaPanini fazia. Os prêmios, para o primeiro a responder corretamente, eram envelopes de figurinhas, o álbum, e, mais tarde, as figurinhas que você precisava. Não tive sucesso, porque, se você respondesse dois segundos depois da pergunta feita, você já seria o vigésimo nono a enviar a resposta. Bom, algum tempo depois saiu o álbum do Brasileirão. A concorrência era menor, e eu tentei mais um milhão de vezes, até que eu ganhei, e enviei os meus dados por Direct Message. Então... ganhar eu consegui. Mas receber o prêmio, ainda não. E lá se vão uns três meses.

PS: quando entro em contato com a Panini, eles simplesmente me ignoram. É mais fácil, né?

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dia 4 – Meu site/blog preferido em 2010

Aqui também não dá pra dar apenas uma resposta. Tive vários sites preferidos esse ano. Além dos tradicionais Twitter e Orkut, nos quais já passava boa parte do meu tempo, venho gostando cada vez mais do Facebook também. Bom, fora as redes sociais, os Tumblrs ganharam força esse ano. Acompanhei assiduamente dois deles. Um no primeiro semestre, outro no segundo.

O primeiro foi o "Porra, Maurício!", que pega trechos de histórias da Turma da Mônica e os ilustra com uma legenda, sugerindo um contexto totalmente diferente e, geralmente, inapropriado para crianças.


Depois eu conheci outro tumblr, muito mais engraçado, mas também muito mais polêmico. Se você acha que não vai se sentir bem em ver pinturas e obras de arte de Jesus Cristo com falas escritas em uma linguagem infantil, e ao mesmo tempo sensacional, não visite o Jesus Manero. Mas eu recomendo. E não sejam chatos.


E vale a pena citar os blogs, porque esse ano foi muito especial pra mim quanto a isso. Além de criar o meu próprio, fiz um trabalho de faculdade sobre blogs que fazem jornalismo (não que seja o meu caso - não é). E não costumava ler blogs, mas comecei a fazer isso.

Então aí vão os três blogs de 2010, pra mim: o meu (HA!); o da Isa, que me inspirou, com um post sobre Crepúsculo, a criar o meu, inaugurando-o com um post sobre Harry Potter; e o do Alejandro, que criou o dele um mês depois de mim, e termina os posts de um jeito bem JÓIA (se concorda comigo, ou acha que eu falei um monte de merda, comenta aí o que achou).

domingo, 11 de julho de 2010

Eh bien, o título

Hercule Poirot, se você não conhece, é o homem no topo da página.
Ou melhor, esse é o David Suchet, que o interpretou na série Poirot.

Hercule Poirot, na verdade, é um personagem brilhante criado pela sensacional escritora britânica Agatha Christie. Ele é um detetive belga que utiliza suas "células cinzentas" para desvendar crimes, descobrindo não só quem, mas também como e o porquê. Diante da falta de criatividade para batizar o blog, decidi usar a expressão "Eh bien", amplamente utilizada por Poirot, e que vocês podem arduamente traduzir para algo como "É, bem..."

Afinal, quando eu decidi fazer esse blog, não escolhi exatamente um tema. Queria me dar a liberdade para falar de qualquer coisa. Eh bien... acredito que esse título seja adequado.