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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Parada obrigatória

Hoje, Ronaldo parou de jogar futebol. O cara que foi simplesmente o maior artilheiro da história das Copas do Mundo está deixando de lado sua maior paixão, e isso não é pouca coisa. Eu sei muito bem, mesmo que de uma fração do que o Ronaldo sabe, que não é pouca coisa, e que o dia de hoje deve ser lembrado pra sempre.

Estava na cara que ele não aguentava mais. Só não via quem não queria. Até os torcedores do Corinthians já se voltavam contra ele, porque ele já não contribuía mais para o time como contribuía há dois anos. O que o Ronaldo ainda estava fazendo ali? Com toda aquela circunferência, a imagem dele só tendia a piorar. Dar a volta por cima? Ele mostrou que podia. Ele deu a volta por cima, há alguns anos. Não tinha que provar mais nada pra ninguém. Então, nada mais certo do que parar. E tentar resgatar a real imagem dele, que percebi hoje - ainda bem - que ainda está muito viva na memória dos brasileiros.

E, à menção do nome de Ronaldo, que todos se lembrem do dia 30 de junho de 2002, quando, com maestria, o artilheiro venceu o goleiro alemão Oliver Kahn por duas vezes, na final da Copa do Mundo, em Yokohama.


Que, à menção do nome de Ronaldo, venha à cabeça apenas a alegria daquele garoto, com um sorriso no rosto, o indicador levantado e o adversário caído. E que a vida de Ronaldo fora das quatro linhas não mude em nada o que ele fez pelo futebol brasileiro. Porque isso não diz respeito a ninguém além dele e da família dele. Os brasileiros, de hoje em diante, devem se lembrar de Ronaldo - ou Ronaldinho - "apenas" como um jogador brilhante, que faz parte do seleto grupo dos maiores jogadores da história do futebol. Sem exagero nenhum.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Dia 23 – E o troféu me mata de orgulho de 2010 vai para...

...a seleção espanhola, campeã do mundo pela primeira vez.
O futebol que a Fúria jogou na Copa do Mundo pode não ter sido o mais encantador, mas foi eficiente sem ser chato e pragmático. Depois da ilusória derrota contra a Suíça, logo no primeiro jogo, a Espanha passou a jogar bem. Contra o Chile, no último jogo da primeira fase, a defesa sofreu seu segundo e último gol no Mundial. A partir das oitavas-de-final, os espanhóis venceram todos os seus jogos por 1x0, sempre com o gol saindo no segundo tempo, e, no caso da grande final, contra a Holanda, na prorrogação (com o gol marcado por Iniesta).

Ao ganhar sua primeira Copa do Mundo, a Espanha, a seleção para a qual torci após a eliminação do Brasil, entrou para o seleto clube de campeões mundiais, que inclui, além do Brasil, a Itália, a Alemanha, a Argentina, o Uruguai, a França e a Inglaterra. E não torci por torcer, torci pelo Xavi, pelo Iniesta, pelo Puyol, entre outros, que representaram muito bem o time do Barcelona.