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domingo, 29 de janeiro de 2012

S.O.P.A. de censura

2012 não começou muito legal pra quem usa muito a internet. Não, não tô falando das piadinhas sem graça sobre a Luiza que voltou do Canadá não terem sido abolidas. Falo de algo mais sério, algo relevante e preocupante para os habitantes dessa nave louca que é a rede mundial de computadores.


Já falei sobre o assunto logo no início do blog, nesse post, mas mal sabia o quanto eu era feliz. A APCM recolheu-se à sua insignificância e não deu mais as caras. Só que hoje, as coisas estão ficando um pouco mais complexas. Creio que todos estejam por dentro das leis que tramita(ra)m pelo governo norte-americano, o SOPA e o PIPA, que perderam toda a seriedade (se é que existia alguma) diante da nossa adorada língua portuguesa. Caso não saibam, vou fazer um breve resumo:

- O SOPA é o Stop Online Piracy Act, uma proposta indecente de um senhor de seus sessenta e poucos anos que nunca deve ter usado a internet na vida. Ou melhor, usou sim, e provou de sua hipocrisia ao violar direitos autorais em seu site. Enfim, o projeto visava mandar pro xilindró quem ousasse compartilhar quaisquer arquivos com direitos autorais, assim como os sites que os disponibilizarem - incluindo o Google e o Facebook.

- O PIPA é o Protect IP Act, e é mais ou menos a mesma coisa que o SOPA, mas é mais específico para arquivos digitais.

Até aqui tudo certo, porque as empresas arcaicas apoiaram, as modernas e conscientes protestaram e os projetos foram deixados de lado. Festa, bolo e guaraná? Não. "Coincidentemente", o FBI tirou do ar o Megaupload, um dos grandes sites de download do mundo, senão o maior. Cadeia pro dono, tudo culpa dele. Mas tudo bem, ainda existiam o Fileserve, o Filesonic, o Filejungle, o... existiam. Pouco a pouco, os sites de download estão sumindo, e sobram alguns que ninguém sabe o quanto vão sobreviver.

Enquanto isso, está sendo armado um atentado à liberdade na internet, o ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement). É uma versão ainda mais retrógrada que os outros dois projetos, com a grande diferença de ser um tratado, como já diz o próprio nome. A intenção é que ele vigore em todo o mundo. O Brasil, porém, alega que não vai assinar o pacto com o demônio, e assim esperamos. No Link, do Estadão, tem informações mais completas sobre o livro de visitas do inferno.

Ou seja: a farra acabou. Os sites de download estão sumindo. Precisamos que as empresas que são a favor de toda essa patifaria - a Disney, o UFC, a Viacom (Paramount, MTV, Nickelodeon), a NBA, a Time Warner (Cartoon Network, Warner Bros., CNN, HBO), entre outras - reconheçam que nós estamos em 2012. Não, não quero dizer que o mundo vai acabar. Bom, talvez acabe, mas quero dizer que nós estamos em outros tempos. Chegou o momento de cair na real: a internet tem que ser o centro das atenções. Se querem ganhar dinheiro, façam por onde. Falam como se não lucrassem nada, querem limitar a cultura do mundo, e não se movimentam um palmo à frente do nariz. Saiam de 1930 e sejam felizes.

Bom, do lado contemporâneo estão o Facebook, o Yahoo!, o Google, a Wikipedia, o Twitter, o Flickr e o Firefox, por exemplo. Espero que o apoio dessas empresas seja decisivo para acabar com o falho combate à pirataria que estamos presenciando. E, pela primeira vez, vejo o Anonymous como um movimento útil, já que trataram de derrubar sites oficiais do governo americano e de apoiadores do SOPA logo após o fechamento do Megaupload, e prometem outras ações de agora em diante. Uma delas é a criação do Anonyupload, um novo servidor de downloads hospedado na Rússia.


O alívio, por enquanto, é saber que as pessoas em geral não são a favor disso. E poucos estão aceitando passivamente a esses dejetos por escrito. O "desafio" das autoridades teve uma resposta da sociedade: a guerra está só começando.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dia 13 – Minha música favorita em 2011

Mais um pouquinho de Coldplay. "Charlie Brown", a minha preferida do "Mylo Xyloto".

Os participantes do "Meme das Antigas" estão no blog do criador, Max Reinert, o Pequeno Inventário de Impropriedades.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Dia 9 – Um vídeo do YouTube em 2011

São tantos vídeos que eu vejo, dou risada, acho interessante, mas nessas horas eu esqueço e acabo lembrando dos mais recentes. Tenho certeza que vi outros muito legais, e não consigo também escolher apenas um. Portanto, vou escolher quatro, mas em vez de um ranking, como fiz no ano passado, vou separar por categorias (e me desculpem pela dose extra de "Harry Potter"):

O mais fofinho
Isadorinha, cantando "Como é grande o amor por você", conquistou multidões.


O mais "vergonha alheia"
O vídeo é do ano passado, mas eu descobri esse ano (e pensava que tinha sido no ano passado, fiquei assustado de ter percebido). Pela voz brilhante do "MC Yuri", o vídeo acaba sendo engraçado. Apesar disso, é legal ver a declaração do menino pela avó.



O mais criativo
Não seria muito mais simples?


O mais emocionante
Não é o mesmo vídeo que postei aqui, é mais recente. E mais emocionante.


Os participantes do "Meme das Antigas" estão no blog do criador, Max Reinert, o Pequeno Inventário de Impropriedades.

domingo, 13 de novembro de 2011

Sobre Coldplay, Mylo e Xyloto

Nunca fui de gostar muito de bandas. Sempre me considerei eclético, podendo gostar de uma música independente do estilo dela ou da banda que a toque. E é delas, das músicas, que eu costumo gostar. Não vou dizer pra vocês que eu conheço Beatles, por exemplo, pra pegar uma banda que praticamente todo mundo gosta. Eu conheço "Yellow Submarine", "Help", "Yesterday", e provavelmente dezenas de outras que só vou saber ouvindo, nem sei o nome. É por isso também que eu não costumo ir em shows. Conheço pouco de discografias, de álbuns, não sei se por preguiça, impaciência ou falta de interesse.


Mas isso tudo tem uma exceção (talvez duas, mas o post é sobre uma). Desde 2005, eu passei a ter uma banda pra chamar de favorita. E mesmo assim, não me considero um conhecedor da discografia. Coldplay, na época, bombava com o álbum X&Y. E eu nem sonhava em saber disso. Conhecia algumas músicas, ouvia, e ficava feliz, sem saber de qual álbum faziam parte, e nem me importando em descobrir. Isso mudou um pouco em 2008, quando foi lançado o Viva la Vida ou, pra ser chato, Viva la Vida or Death and All His Friends. Nessa época, ouvi o CD algumas vezes, geralmente antes de dormir - sem piadas.

Outra coisa que costuma acontecer é que acabo "esquecendo" a banda por um tempo, e depois de um longo inverno volto a ouvir. Com séries também foi assim. Eram uns 3 meses sem assistir um episódio, e 1 mês assistindo quase sem parar. Enfim, fiquei um tempo razoável escutando Coldplay bem de vez em quando, até o show no Morumbi, em março do ano passado. Confesso que fui sem saber identificar uma ou outra música do álbum novo, tipo "Lost" (que agora é uma das minhas preferidas). Mas, apesar de ter sido um fã relapso, sempre que alguém me perguntava qual era minha banda preferida, desde 2005, eu sempre respondia Coldplay.


No mês passado, depois do show épico do Rock in Rio, a banda lançou outro álbum: Mylo Xyloto. Nome estranho, mas ok. Descobri, lendo no orkut por aí, que há uma história por trás dele, assim como no Viva la Vida. É o tal do álbum conceitual, que outras bandas já adotaram, como ~~a partir daqui, créditos ao amigo e fonte para assuntos musicais, Victor~~ os próprios Beatles (Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band), The Who (The Who Sell Out), Pink Floyd (The Wall e The Final Cut), e outros ~~fim dos créditos do amigo Victor~~. Em Viva la Vida, resumidamente, o Coldplay tenta contar uma história de um homem que, em meio à guerra, quase morre, enfrenta a prisão, foge, leva o amor de sua vida para um local distante, sofre com sua morte e, por fim, se entrega à guerra, tendo o mesmo fim. Ok, eu confesso, li uma análise no orkut e realmente as coisas se encaixam.

Agora, três anos depois, Mylo Xyloto conta uma história de amor. Já que eu confessei, vou continuar: segundo outra análise lida no orkut, Mylo e Xyloto são um casal apaixonado (provavelmente grafiteiros) que enfrenta dificuldades para se manter unido, sendo perseguido por um grupo. Eles até chegam a fugir, mas Xyloto é capturada, deixando Mylo sozinho. Quando os dois se encontram, Xyloto está magoada por ele tê-la deixado ser capturada, e eles brigam e acabam terminando tudo. Mylo, depois da depressão, tenta se reerguer e pedir perdão à amada, que, por fim, se junta a ele onde os pássaros cantam e existe um final feliz.

Alguns fãs do Coldplay parecem não ter gostado muito do álbum. "Mudaram o estilo", "Coldplay não é mais o mesmo", "Coldplay acabou", "A banda perdeu a identidade"... vi muito disso por aí. Na minha opinião, Coldplay nunca teve um estilo muito definido, sempre foi aquilo que seus integrantes quiseram que ela fosse. Eu, particularmente, não consigo não gostar. Sou suspeito pra falar, porque se um dia o Chris Martin bater com as mãos espalmadas no piano e cantar "lalalala ôôôô yeee", pode ser que eu não veja defeito nenhum na música. Mas ultimamente, Mylo Xyloto é só o que eu tenho escutado. Não, não é melhor que os anteriores. Talvez seja, sim, o pior disco do Coldplay, mas o nível dos outros é espetacular pra chamá-lo de pior. É sensacional, e não me façam buscar adjetivos pros outros.

Minha única crítica quanto a esse CD é a duração. São 14 faixas, que na verdade são 11, já que são três de "interlúdio", como se fossem intervalos entre músicas ou simplesmente introduções das posteriores. A primeira, homônima do álbum ("Mylo Xyloto"), por exemplo, é praticamente parte integrante de "Hurts Like Heaven", que vem a seguir, toda animada. "Paradise" não perde o tom, já ganhou o gosto popular, e inclusive tem um clipe muito bem feito:





"Charlie Brown" é, pra mim, a melhor música do álbum. Dizem que é uma homenagem ao desenho. "Us Against the World" é um pouco triste, mas tem uma letra pegajosa, daquelas que não saem da cabeça. Depois de mais um interlúdio, "M.M.I.X" (vejam que ela depende da próxima), vem "Every Teardrop Is a Waterfall", outra que tem feito sucesso, talvez por seu ritmo um pouco mais acelerado. Foi inclusive o primeiro clipe do Mylo Xyloto a ser lançado.


"Major Minus" tem um ritmo diferente também, representa na história o momento em que a Xyloto é capturada/levada/estuprada. "U.F.O.", só com voz e violão, é a solidão de Mylo depois disso, e o único problema é (de novo) a duração. Só 2 minutos de uma música incrível, e tão simples. E aí vem a tão criticada música, talvez o que tenha motivado certos fãs a receberem o álbum com pauladas: "Princess of China", com participação de Rihanna (a intérprete de Xyloto, na história). Bom, ela não fez nada pra mim, não tenho nada contra ela, nem a favor. Ouso dizer que grande parte dos críticos do CD e da música já estavam com pedras (e tijolos) nas mãos antes mesmo de apertar o play. Puro preconceito de quinta série, partiram do pressuposto de que uma parceria dessas não poderia dar certo de jeito nenhum. Na minha opinião, deu certo sim. Pode não ser um primor, mas não é nem de longe a catástrofe que tentaram pintar.
 
"Up in Flames" é depressão pura, serve sim pra dar uma certa razão pra quem rotula o Coldplay como banda-sonífero. Mas faz parte da história, e vocês já sabem que eu gostei mesmo assim. Em seguida, vem o último interlúdio e uma última esperança de Mylo em pedir o perdão de Xyloto: "A Hopeful Transmission"/"Don't Let It Break Your Heart". E, com um final feliz, "Up With The Birds" encerra o disco com chave de ouro. 

Resumindo, achei ótimo. Porque, como eu disse, eu dificilmente não vou gostar de algo que o Coldplay fizer, e esse álbum é o que eu tenho escutado ultimamente. Indo pra faculdade, voltando pra casa, viajando, dormindo, coloco pra tocar. Quem gosta de Coldplay, e sempre gostou, pode até não ir tanto com a cara desse disco, mas não pode exigir que a banda "volte a ser aquilo que era" ou que "acabe de uma vez antes que piore". Se mudaram ou não, eles estão, sim, no caminho certo. E é certo porque foi o que eles escolheram fazer. Assim, não tem erro.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eh bien, um ano...

Parece que foi ontem que eu tive a ideia de fazer um blog. Não tinha ideias pra títulos, apenas uma ideia de post: eu queria falar sobre Harry Potter, queria contar a minha história com a série. Como expliquei depois, motivado por um post no blog da Isa que comparava a saga com Crepúsculo. Achei até que Harry Potter seria um tema recorrente por aqui, mas acabei falando menos do que pensei que falaria. Mas não se preocupem, o calendário vai exigir de mim outro post sobre isso muito em breve.

Então, naquele dia de final de Copa do Mundo, sentei e fiz o texto. Mas antes eu precisava de um título. Algo vago, que não restringisse meus posts. Queria me permitir falar sobre qualquer coisa. Depois de muito pensar, escolhi "Eh bien" porque é uma expressão recorrente de um personagem criado por Agatha Christie, da qual vocês também puderam descobrir que sou fã. Só precisaria explicar o que exatamente eu queria dizer com aquilo, para que não houvesse dúvidas. Até hoje, muita gente me pergunta o motivo desse título. Eu sempre peço pra procurar o primeiro post. Logo depois dessa explicação, postei meu texto sobre Harry Potter. Até hoje, está entre os que mais gosto por aqui.

Um ano depois, aqui sentado no sofá, assistindo a um documentário sobre a final da Copa do Mundo, pensei no que eu poderia fazer pra "comemorar" esse primeiro aniversário do blog. Decidi fazer o seguinte: destacar, entre os 65 posts, os quatro mais comentados e os quatro que mais gosto - desde que não estejam entre os quatro mais comentados, e contar um pouco de cada um deles.

Os mais comentados

4) Dizem que somos piratas. Somos?
 
Foi um assunto que eu sempre quis abordar, tamanha a injustiça que existe com relação a isso. Todo mundo baixa tudo na internet, e a lei insiste em ser acéfala quando não se obtém lucro. Até mesmo com produtos que não existem mais no mercado. E o que existe, vocês sabem, custa muito caro, e abaixar o preço ninguém quer.

3) Harry Potter e a diretora da minha escola

O primeiro texto de verdade, o que motivou o blog. Foi importantíssimo pra aprender a escrever de um jeito diferente, a escrever diretamente pra outras pessoas, além de escrever pra mim mesmo. E escrever sobre uma das coisas que mais gosto seria essencial pra começar.
 
 
2) And from your lips she drew the Hallelujah

Inspirado pelo bróder Victor, comecei a procurar outras versões dessa música, que já gostava bastante. Depois de conhecer várias, resolvi fazer um ranking das versões que mais gostei. O resultado foi bem legal, e as pessoas parecem ter gostado. Ainda bem.

1) A infância nos anos 90
 
Valeu a pena passar uma tarde e uma parte da noite fazendo esse post. A divulgação no Ocioso foi essencial pra ser o mais comentado e pra render visitas ao blog até hoje. Mas é daqueles posts que te dão orgulho depois de prontos.


Os favoritos
 
4) "And the Oscar goes to..."

Uma ideia comum, que muita gente deve ter feito, e que surgiu de repente, quando vi que tinha assistido a todos os filmes entre os indicados ao Oscar. Gostei bastante do resultado.


3) Respeito aos brothers

Uma coisa que nunca gostei foi de gente que gosta de controlar o que você assiste na TV. Os argumentos de quem odeia Big Brother e quer julgar quem assiste são sempre os mesmos, e sempre me irritaram. Quem não gosta tem todo o direito de não gostar, mas não tem moral alguma pra decidir o que os outros devem assistir ou não.

2) Apito final

Foi um dos textos mais automáticos que já fiz, e esses são sempre os melhores. O texto me levou mais do que eu o levei.

1) A emoção do futebol

"Motivado" pela tristeza que abalou os palmeirenses após a eliminação inesperada do Palmeiras diante do Goiás na Copa Sul-Americana, resolvi escrever pra contar a emoção que uma partida de futebol provoca naqueles que amam o esporte, baseando-me na experiência própria da eliminação do Flamengo na Libertadores de 2008.



Por fim, obrigado a todos vocês que visitaram o blog, comentando ou não, que tenham vindo porque viram um post que acharam interessante ou porque são meus amigos ou gostam do que escrevo. Espero que continuem vindo aqui por mais um ano, ou seja lá quanto tempo for.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Dia 27 – Meu momento "Carla Perez" em 2010 foi...

Não, de novo vou "decepcionar" vocês, porque não tive nenhum momento "Carla Perez". Mas, dessa vez, vou homenagear esssa musa da inteligência, por sua atuação no filme Cinderela Baiana - que descobri que existia em 2010. Assistam apenas o final dessa obra-prima no vídeo abaixo (cuidado, spoilers). E, claro, sintam-se à vontade para assistirem essa raridade desde o início, no mesmo canal em que esse vídeo foi postado.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dia 22 – E o troféu vergonha alheia de 2010 vai para...

Fãs babacas e histéricos, trolls e gente burra.
Livro dos recordes: maior concentração de babacas por metro quadrado
Explico: você ser fã de uma banda tosca (deixa eu pensar num exemplo... Restart) tudo bem, isso é problema seu. Mas exagerar, se vestir igual por idolatrar os caras, chorar, berrar? Não tem explicação.

Custa muito ser apenas um fã? Tem que mostrar pra todo mundo, de todas as formas possíveis, que gosta daquilo? Daqui a dois ou três anos, ou menos, o fã babaca sentirá vergonha de si mesmo, com toda a certeza.

Já os trolls, esses grandes babacas que se espalham pela internet a cada dia, principalmente pelo Twitter, não me irritam, apenas sinto pena deles. Se a pessoa tem tempo suficiente para se dedicar a encher o saco de alguém, seja esse alguém famoso ou não, a vida dela não deve ser grande coisa. Não me irrito tanto com eles, mas é sempre bom evitar. Por isso os comentários do blog são identificados, porque trolls geralmente são anônimos. E se os comentários anônimos fossem liberados, com certeza já teriam aparecido alguns colegas "agradáveis" por aqui.

E gente burra que me dá vergonha alheia não é qualquer analfabeto... é gente que tem condição de não ser tão burra, escreve coisas absurdas, inventa erros gramaticais a cada dia, acredita em qualquer coisa que lê na internet, e coisas do tipo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Dia 12 – Meu pior dia de 2010

2010 foi o ano mais difícil da minha vida. Primeiro porque ele já começou ruim.  Posso considerar o combo do último Réveillon (de 31/12/2009 até 02/01/2010) como o pior "dia" do ano... pra mim foi uma coisa (ruim) só, um empate técnico que começou nos momentos finais do ano passado.

Nem vou prolongar o assunto, porque é chato pra mim, é chato pra quem lê, e é chato pra quem esteve envolvido. Aliás, eu só vou mencionar o que aconteceu porque é algo que é comum hoje em dia, infelizmente. Pode acontecer com qualquer um que ainda tenha os pais por perto, se já não aconteceu: os meus pais se separaram, na noite do Ano Novo.

Bom, depois disso, pelo menos eu continuava de férias. Ia jogar bola, que, como todo mundo já sabe, é o que eu mais gosto de fazer. Enquanto eu jogava, nem me lembrava dos outros problemas. E logo veio o dia 11 de janeiro, o segundo pior dia do ano. Num lance em que a bola já estava quase nas mãos do goleiro adversário, eu me desequilibrei, e torci o tornozelo. Na hora eu nem me incomodei, mas, à medida que ele inchava, eu me preocupava mais, e via uma das minhas poucas fontes de felicidade nas férias indo por água abaixo. Depois de constatada uma lesão, só voltei a jogar no fim de fevereiro, na malandragem, com dores e sem autorização médica, ainda fazendo sessões de fisioterapia.  No meio de março, quando me consultei com outra médica, em São Paulo, eu descobri que não poderia ter começado nem a fisioterapia. Nem falei pra ela que eu tinha até jogado bola, pra evitar conflitos (espero que ela não leia o meu blog e não venha me assassinar... mas se ela lê: Um beijo, Cibele!). Em abril, fiz uma ressonância magnética, e fui liberado para jogar. Ainda bem. Joguei tranquilamente pelo resto do ano, e meu tornozelo não dói desde então.

Mas, sabe, meu joelho está doendo desde ontem à tarde, quando joguei  futebol. E o pior é que eu nem sei em que lance começou essa dor. Estou com medo de ser alguma coisa séria, de novo. 2010 já vai tarde, viu...

PS: E a explicação para a minha música favorita de 2010 ter sido "Shadow of the day" vem da minha lesão no tornozelo. Na  internet, em busca de prazos para voltar a jogar, e outros exemplos de jogadores lesionados, cheguei ao vídeo abaixo, que mostra o lado ruim do futebol, inclusive as mortes de atletas em campo. É nesse ponto que aparece a música do Linkin Park, aos 3:05 - não é interpretada por eles, e é uma versão mais lenta do que a original.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dia 10 – Minha música favorita em 2010

Hallelujah e Coldplay à parte... a música que mais representou 2010 pra mim, e, por isso mesmo, foi a minha favorita desse ano, chama-se Shadow of the day.

Eu nem sou fã de Linkin Park. Mas, no começo do ano, por motivos que eu ainda vou contar aqui em breve, comecei a ouvir uma música da banda, ao ver um vídeo no YouTube que a tinha como trilha sonora.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dia 9 – Meu show preferido de 2010

Quem me conhece sabe o quanto eu não vou em shows. Não por acaso, fui a apenas um show em 2010, e no da minha banda preferida.

Com problema no som (pra quem, como eu, estava na arquibancada azul) ou não... voltemos ao dia 2 de março, no Morumbi.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dia 2 – Mas 2010 ainda não acabou, ainda vou tentar...

...fazer muitas coisas, afinal ainda temos um mês até o ano terminar.


O mês de dezembro, coitado, é sempre esquecido, quando ele chega todo mundo já está pensando no próximo ano. Talvez por isso ele seja o que "passa mais rápido". E é o mês que eu mais gosto, pelo menos enquanto eu ainda não trabalho.

Voltando à proposta do meme pra hoje, o que eu ainda vou tentar esse mês:

Ficar em casa, comer demais, assistir muitas séries, ler livros, ir ao cinema, jogar bola, dormir além do necessário. Talvez eu vá à praia. E tem o Natal também, e isso implica em festas, presentes, comer mais um pouco...

Seja sempre bem-vindo, dezembro.

PS: Olha, lá se foi o primeiro dia do mês, e eu mal percebi.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

And from your lips she drew the Hallelujah

Não costumo falar de música, até porque não sou nenhum perito nesse quesito. Gosto, claro, de ouvir, de apreciar. Aliás, é muito fácil eu gostar de qualquer tipo de música. Adoro Restart. Com exceções, é claro.

Mas hoje eu vou falar de uma música específica: Hallelujah. Uma obra-prima, composta por Leonard Cohen, em 1984. Ele demorou um ano pra escrever a letra.

Sei lá quando foi a primeira vez que eu escutei, mas foi no fim do ano passado ou no início desse ano, quando acabava de assistir mais um episódio de "Without a Trace", que ela me chamou a atenção. E, pelo que eu vi, ela não foi exclusividade só dessa série, porque vive aparecendo em várias outras por aí. Bom, terminei de assistir e fui procurar o nome da música. Achei. Mas não cheguei a escutar muitas vezes.

Lembrei dela na semana passada, sem nenhum motivo aparente. Entrei no Youtube, fui ouvir todas as versões que eu encontrava por lá. E coloco aqui as minhas cinco preferidas, das dez que ouvi, na minha ordem crescente de preferência.

5. Myles Kennedy: Não fui eu que encontrei essa versão. Foi o meu amigo Victor, que, ele sim, entende bem mais de música do que eu.


4. Leonard Cohen: Sim, o cara pode ter sido brilhante ao compor a música, mas, nesse caso, não acho que a original seja a melhor versão.


3. Espen Lind, Askil Holm, Alejandro Fuentes e Kurt Nilsen: Versão interessante, com três cantores noruegueses e um chileno (o Alejandro Fuentes, que participou do Idol Norway). O Kurt Nilsen, (também só fui prestar atenção depois que o Victor me avisou) que ganhou o reality, tem uma voz impressionante. Ele é o de dentes separados, o mesmo da imagem prévia do vídeo.


2. Rufus Wainwright: É a versão que toca no Shrek. Um pouco mais rápida, mas muito bonita.


1. Jeff Buckley: Sem maiores comentários, essa é, simplesmente, a que eu mais gosto, e a que eu ouvi em "Without a Trace".


Só ressaltando: não vi nenhuma versão ruim. Apenas considerei essas as melhores. Poderiam ter aparecido aqui o Bon Jovi, a KD Lang, o John Cale, a Alexandra Burke e a Sandy. Sim, a Sandy. Talvez colocasse ela no meu top 5 se ela cantasse sozinha, mas a Nerina Pallot, que estava ótima apenas tocando piano, meio que estraga a música, a meu ver.

E essa é a letra da música:

I've heard there was a secret chord
that David played and it pleased the lord
but you don't really care for music do you?
Well it goes like this the fourth, the fifth
the minor fall and the major lift
the baffled king composing hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Well your faith was strong but you needed proof
you saw her bathing on the roof
her beauty and the moonlight overthrew you
she tied you to her kitchen chair
she broke your throne and she cut your hair
and from your lips she drew the hallelujah.

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Baby I've been here before
I've seen this room and I've walked this floor
You know, I used to live alone before I knew you
And I've seen your flag on the marble arch
and love is not a victory march
it's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Well there was a time when you let me know
what's really going on below
but now you never show that to me do you?
but remember when I moved in you
and the holy dove was moving too
and every breath we drew was hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Well maybe there's a God above
but all I've ever learned from love
was how to shoot someone who outdrew you
And it's not a cry that you hear at night
it's not somebody who've seen the light
it's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Hallelujah

Agora tente não cantar no banheiro.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A infância nos anos 90

Éramos felizes e não sabíamos. Conforme a gente vai crescendo, junta tanta coisa pra fazer, tanto trabalho, tantas responsabilidades novas, que bate uma saudade do tempo em que nossa maior preocupação era passar de ano. Quando ela existia.

Eu cresci na década de 90. E a grande maioria das pessoas que eu conheço também viveu sua infância na mesma época, ou pelo menos lembra das mesmas coisas. Que coisas são essas? Você se lembra? Se não, eu vou tentar ajudar um pouco. Se sim, não tem problema, eu garanto que a nostalgia de ver de novo uma parte de tudo aquilo que você não vê há mais de 10 anos é muito boa.


Com a ajuda da comunidade "100 coisas da década de 90" e do blog "Você se lembra?", reuni nesse post as minhas principais lembranças dessa década tão animada. Deixando claro que podem ter coisas de antes de 1990 e depois de 2000, o que não impede que elas tenham marcado a infância dessa geração.

Power Rangers têm a força
TELEVISÃO

Pra começar, todo mundo assistia TV, ou ao menos se recorda do que passou por lá na década de 90. Eu, particularmente, não me lembro muito bem da TV Colosso, dos Cavaleiros do Zodíaco, dos Power Rangers, do Doug e das Tartarugas Ninja, mas sei que todos esses fizeram sucesso.

Como Cartoon Network era o meu paraíso da diversão na televisão, nada mais justo que citar os clássicos Pokémon, A Vaca e o Frango, Dragon Ball e O Laboratório de Dexter.


E quem não se lembra do Programa Livre, do Fantasia, do Passa ou Repassa, das Chiquititas, do Sai de Baixo, do Hugo, do Castelo Rá-TIm-Bum e do Cruj? E não dá pra não falar do Chaves e do Chapolin, que estão aí até hoje.


FILMES

Hakuna Matata!
Levanta a mão aí quem já assistiu O Rei Leão mais de 19 vezes. Outros filmes da Disney também foram hits da década passada. Por exemplo: Hércules, Vida de Inseto, Tarzan e Toy Story, que teve a emocionante última sequência lançada há cerca de três meses.
O Menino Maluquinho, sucesso no cinema nacional, também me conquistou. Assim como O Máskara e outros dois que batem cartão na Sessão da Tarde: Meu Primeiro Amor e Esqueceram de Mim.


MÚSICA


Nessa época, em que ainda não existiam MP3's e Ipod's, o que tinha de mais moderno era o Discman, sucessor do Walkman (que também apareceu bastante). E o que as crianças escutavam? Sim, momento vergonha. Ou nem tanto assim, afinal todo mundo escutava, por exemplo, É o Tchan. Ninguém sabia o que significavam as letras, o importante é que todo mundo dançava na boquinha da garrafa e passava por debaixo da cordinha. Também era legal cantar as besteiras dos Mamonas Assassinas, mas não fica bem compará-los com a galera do Compadre Washington. As músicas daquele único CD deles ficaram guardadas pra sempre, até por quem não sabia o que estava cantando.

Como crianças, nosso papel era escutar Eliana e aprender a comer o lanchinho pra ficar fortinho e crescer. Não que ninguém escutasse Backstreet Boys, claro. Eu não gostava, mas era bem popular, principalmente com as meninas, que também curtiam um N'Sync pesado, os Hanson e as Spice Girls.


E, é óbvio, tenho que lembrar aqui do supra-sumo musical dos anos 90 no Brasil: Sandy & Junior. Desde os primeiros sucessos, como aquele da Maria Chiquinha que foi dar pra outro no mato e tentou fazer o Genaro de idiota, até a tentativa de carreira internacional que não deu muito certo, as crianças foram as grandes responsáveis pelo êxito da dupla. E até hoje, todo mundo sabe que se a lenda dessa paixão faz sorrir ou faz chorar, o coração é quem sabe.

BRINCADEIRAS

Esconde-esconde, Pega-pega, Bandeirinha, Polícia e ladrão, Queimada, Taco, patinete, skate... uma das coisas que mais dão saudade da infância são as brincadeiras de rua. Elefantinho colorido... "que coooor?"

Tem também Gato mia, a brincadeira que sempre terminava com alguém chorando e um adulto xingando a galera dizendo que "não dá certo, sempre sai alguém machucado". E as mais tranquilas Passa Anel e Telefone Sem Fio.

BRINQUEDOS E ELETRÔNICOS


Saudades do Super Trunfo e do Pega Varetas... e mais ainda dos Tazos que vinham nos salgadinhos, e de cuidar do meu Tamagotchi. De montar castelos de Lego e gravar qualquer porcaria no Meu Primeiro Gradiente. E poucas coisas eram tão legais quanto ficar respondendo perguntas dos livros do Pense Bem.

Esses brinquedos perderam espaço, aos poucos, para o Game Boy e para os video games: Mega Drive, Super Nintendo, Nintendo 64 e Playstation arrebataram a galerinha da pesada. Quem não se lembra do Flicky, do Sonic e do Mario?

DE COMER

Aposto um Frutilly que você adorava os Chicletes Mini, o chocolate Surpresa, os guarda-chuvas de chocolate, e puxava o Push Pop. Ah, e com certeza você não pagava uma fortuna no Kinder Ovo, a embalagem ainda era laranja e as surpresinhas eram mais legais.

PROPAGANDAS

Tá, eram muitas as propagandas legais. Mas vou colocar duas que tenho certeza que vocês vão se lembrar.


OUTROS

Livros da Coleção Vaga-lume, principalmente os do Marcos Rey, marcaram época. Os do Pedro Bandeira também, pelo que dizem, mas eu só li O Fantástico Mistério de Feiurinha.

Os gibis da Turma da Mônica fizeram muito sucesso, também, com essa geração.

Os computadores geralmente tinham Windows 95, a gente usava disquete, e a internet era à lenha. Mas era divertido demais. E o ICQ, que eu lembro o meu número até hoje? Também surgiu na década passada.

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É isso. Espero que tenha servido para todo mundo matar um pouco das saudades.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dizem que somos piratas. Somos?

Você já baixou, uma vez que fosse, alguma música, algum filme, algum episódio de seriado? Se sim, você pode ser preso. Falando sério, de acordo com a legislação brasileira, se já fez isso, você pode passar umas primaveras no xilindró.

Falo isso porque li uma notícia muito interessante, dizendo que um casal que mantinha um site muito grande de downloads foi preso em flagrante. Ok, eles lucravam com o site. Aí eu concordo com a lei, acho errado obter lucro explorando um conteúdo. Veja bem, obter lucro. A lei não é essa. Segundo ela, isso não faz diferença. Mas é óbvio que faz, e muita.

Hoje, tudo se resume a dinheiro. Esse é o primeiro e grande problema. Não condeno o fulano ou o zezinho, que cantam maravilhosamente bem, e querem vender a música deles. Condeno o ponto a que eles chegaram de terem que bater o pé pra ganhar dinheiro com aquilo. Quem tem talento não reclama, apenas vende. Quem é fã, quem admira um trabalho, guarda dinheiro e compra o produto. Os artistas ainda estão longe de vender pouco.

A APCM foi criada em 2007, e realiza um combate eficiente quanto à pirataria. Mas o que é pirataria? É um produto copiado de forma ilegal, geralmente um CD, com filme ou músicas, que é vendido por aí. Eles ampliaram os conceitos, abriram novos horizontes, invadiram a sua casa. Fiquei assustado com a dimensão que eles dão para um arquivo idiota que você baixa. É ridículo. O Senado ainda faz questão de comprar a briga da APCM, e inventa leis para complicar essas coisas. Tudo o que mais importa no país fica em segundo plano. Educação, saúde, segurança? Quem quer saber disso? Vamos ver quem está baixando o Rebolation em casa e mandar pra cadeia!

APCM ensina no site dela como identificar um CD pirata. Aposto que você não saberia!
PS: Baixei essa imagem do site da APCM. Serei preso?

Se eles realmente querem que a população se conscientize disso, não é mais fácil começar a se preocupar com os preços desses produtos? É um absurdo, não é qualquer um que pode pagar trinta reais num CD. E se um compra, ele pode compartilhar. Volto a dizer, quem aprecia o artista pode até baixar, mas vai adquirir o CD. E acredito que é por isso que ele merece receber. Afinal, é fácil, depois de emplacar um sucesso, meter mais dez músicas desconhecidas num CD e querer vender pra quem só quer ouvir uma.

Quanto aos filmes, penso parecido. É muito caro pagar quarenta reais num DVD que você vai assistir poucas vezes, talvez apenas uma. É ingenuidade da APCM acreditar que todo mundo vai querer cumprir a lei à risca e não baixar. Assim como quem compra CDs, muitos fãs de seriados compram os boxes. Mas muitos outros não têm condições, e a internet é uma alternativa. A "difícil" tarefa da APCM é manter os produtos - que são, sim, vendidos - no mercado, e liberar o acesso aos arquivos compartilhados.

Por fim, quero dizer que eu estou apenas questionando a lei e as atitudes da APCM. Pra mim, existe um ponto - quando são vendidos - em que músicas, filmes, seriados e livros passam a ser públicos. Quem merece ganhar dinheiro, ganha. Os músicos fazem shows, cobram caro por isso e ainda vendem CDs; as produtoras de filmes gastam uma fortuna, mas recebem outra e pagam os atores com outras, com o dinheiro do público que vai aos cinemas, paga caro, e ainda compra DVDs; as emissoras compram os seriados, e os fãs, que nunca são poucos, compram os boxes de DVDs. Não há motivo, portanto, na minha opinião, para a APCM e o governo impedirem o livre acesso a essas mídias. É só isso o que eu não entendo: por que não um pouco mais de bom senso e um pouco menos de amor ao dinheiro?

PS: Agora há pouco, eu descobri que, no Congresso, está em trâmite um projeto de lei para regular a atividade dos blogueiros, que teriam de moderar os comentários e seriam responsáveis pelo conteúdo dos comentários anônimos. Além disso, seria exigido um cadastro no Registro.br, informando nome, RG e CPF. A autoria do projeto é do deputado federal Gerson Peres (PP-PA), que foi atacado por um anônimo num blog. A censura está chegando à internet.