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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dia 6 – Meu livro favorito em 2010

Curiosamente, de todos os livros que li nesse ano, só li um livro lançado em 2010: "Opúsculo: A Paródia", uma "homenagem" até que engraçada à série "Crepúsculo".

Fora esse, li outros 14 livros, sendo 8 deles para a faculdade. O mais interessante desses foi "Estrela Solitária: um brasileiro chamado Garrincha", uma curiosa biografia do jogador, escrita por Ruy Castro.

Dos 6 restantes, 4 são da Agatha Christie, um sobre jornalismo,e uma grata surpresa vinda de uma propaganda do Skoob (uma rede social de livros, que me ajudou a lembrar do que eu li, e da qual eu pretendo falar em outra oportunidade): "Um mundo perfeito", de Leonardo Brum, que conta uma história fantástica sobre a realização dos desejos dos habitantes de uma ilhazinha no litoral brasileiro.

Então vamos falar de onde realmente saiu o meu livro favorito de 2010: Agatha Christie. Em ordem crescente de preferência: "Os cinco porquinhos", "Um corpo na biblioteca", "Assassinato no campo de golfe" e aquele que agora é não só o meu livro favorito de 2010, como também o meu preferido da autora: "O assassinato de Roger Ackroyd". O problema é que eu não posso nem falar o porquê de ele ser o meu favorito, porque acabaria com a graça de quem ainda não leu. Ou melhor, eu posso contar: eu adivinhei o assassino. Eu pensava que quando eu descobrisse o final de um livro dela eu acharia a história menos brilhante, mas não foi isso que aconteceu: pra mim, é o melhor.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Agatha Christie: Rainha, do Crime e dos livros


Li apenas sete livros da Agatha Christie. Pouco, perto dos 80 que ela escreveu, além das obras de teatro. Mas afirmo, com toda a segurança, que só o primeiro livro que li foi suficiente para me apaixonar pela obra dela e passar a admirá-la. E, pelo que soube depois, A casa torta nem era um de seus livros mais aclamados, e sequer contava com Hercule Poirot ou Miss Marple. E, depois de ler outros seis livros, ele ainda é um dos que mais gosto.

Dona de uma inteligência mirabolante, seus desfechos são famosos por surpreender o leitor, que não resiste às tentativas de tentar acertar o final da trama. E, em geral, acaba enganado por Agatha.

Hoje, Agatha Christie completa 120 anos de vida. Há 34 anos, ela faleceu, aos 85, mas permaneceu viva ao deixar sua vasta obra para perpetuar-se nas estantes de todo o mundo. Se não fosse desta forma, não estaríamos lembrando hoje de seu aniversário.

Se você ainda não leu qualquer livro dela, não direi que está perdendo tempo, porque nunca é tarde pra começar. Eu mesmo ainda tenho muito o que aprender sobre Agatha Christie, e mais de 70 livros dela pra ler. Também não tenho pressa, porque, a cada livro lido, é triste pensar que estou mais próximo do fim. Apesar de extensa, a coleção termina. E imagino que, depois disso, fica um vazio. Ainda que eterna em nossas estantes, a Rainha do Crime não pode nos escrever mais. Vale saborear cada página de talento que ela nos deixou.

Eh bien... obrigado por tudo, Agatha Christie. E que sua lembrança continue por mais 120 anos.

domingo, 11 de julho de 2010

Eh bien, o título

Hercule Poirot, se você não conhece, é o homem no topo da página.
Ou melhor, esse é o David Suchet, que o interpretou na série Poirot.

Hercule Poirot, na verdade, é um personagem brilhante criado pela sensacional escritora britânica Agatha Christie. Ele é um detetive belga que utiliza suas "células cinzentas" para desvendar crimes, descobrindo não só quem, mas também como e o porquê. Diante da falta de criatividade para batizar o blog, decidi usar a expressão "Eh bien", amplamente utilizada por Poirot, e que vocês podem arduamente traduzir para algo como "É, bem..."

Afinal, quando eu decidi fazer esse blog, não escolhi exatamente um tema. Queria me dar a liberdade para falar de qualquer coisa. Eh bien... acredito que esse título seja adequado.